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Visita virtual  
Olá! Bem-vindo.

O Parque Biológico de Gaia é um conjunto de antigas quintas que foram aproveitadas para lhe mostrar parte do património natural e cultural do nosso país.

Não é uma reserva natural, nem um jardim zoológico, nem um jardim botânico, mas tem um pouco de tudo isso. É claro que esta visita virtual apenas lhe conseguirá dar uma pálida ideia de algumas coisas que poderá ver no Parque. Por isso, programe uma visita presencial para breve!

Viite o Parque no modo Street view/Google maps!


Centro de Acolhimento

No Centro de Acolhimento do Parque Biológico de Gaia, para além da Recepção, existe o acesso à exposição permanente «Encantos e Desencantos».

Pode visitar pelo caminho a galeria fotográfica, que vai tendo ao longo de cada ano exposições diferentes.

Também a Loja está ao seu dispor para os produtos que comercializa: ninhos e comedouros para aves de jardim, plantas, livros, etc.  

Se estiver na hora do almoço, aproveite e saboreie a ementa do dia do restaurante Vale do Febros. Se for hora de pequeno-almoço ou de lanche, o bar está também à sua disposição.

Se veio de autocaravana, pode servir-se do parque destinado a esse fim, bem à entrada do Parque. Caso deseje pernoitar por cá, informe-se sobre se há vaga na Hospedaria.


Parque de Merendas

O Parque de Merendas é um óptimo sítio para fazer o seu piquenique, no início ou no fim da sua visita ao Parque Biológico de Gaia.

Nas visitas em grupo é a alternativa ao restaurante. Estará num espaço igualmente agradável onde pode saborear uma refeição.

 

 

Percurso de descoberta da natureza

Assim que põe o pé no percurso de descoberta da natureza, vai encontrar-se com o cercado das lontras. Algumas das que vê no Parque Biológico de Gaia vieram do Zoomarine, no Algarve. Estes mustelídeos contagiam os visitantes com as suas brincadeiras espontâneas. As quatro Lontras têm nomes tão pitorescos quanto a sua boa disposição. Aquiles, Alimário, Holanda e Maia (estas últimas assim chamadas devido à sua origem). O Aquiles foi apanhado na barragem de Castelo de Bode; Alimário foi encontrado a nadar desorientado e houve pescadores que o recolheram.
O objectivo inicial era repovoar o rio Febros com lontras, mas elas já reapareceram neste afluente do rio Douro.


Montado e Bosque

Nesta instalação pode observar o peneireiro-cinzento e o bufo-pequeno e ver retratados os seus habitats naturais. As aves aqui existentes sofreram lesões (tiros, por exemplo) que as tornaram irrecuperáveis para restituição à Natureza.


Colónia de Garças

Neste espaço pode ver espécimes de garça-branca-pequena, garça-boieira e goraz (ou garça-nocturna).
No início de cada ano, é possível observá-las a fazer a corte e a construir os seus ninhos. No mesmo espaço coabitam alguns cágados da nossa fauna: o cágado-mediterrânico e o cágado-de-carapaça-estriada.


Grous

Ao longo do percurso pode encontrar duas espécies de grou: o grou-comum e o grou-pequeno. O grou-comum pode ser observado no nosso território durante o Inverno, migrando para o Norte da Europa na Primavera. Já o grou-pequeno raramente visita o nosso país.
Os exemplares de grou-comum do Parque Biológico podem ser observados em regime de semi-liberdade.


Tartarugas

Nesta instalação encontram-se tartarugas exóticas como a tartaruga-de-orelhas-vermelhas e a tartaruga-falsa-mapa. Estas competem com as espécies autóctones quando libertadas na Natureza.


Refúgio

Neste grande cercado encontram-se diferentes espécies que coabitam o mesmo espaço em semi-liberdade. Entre elas, a cegonha-branca e o corço mas um olhar mais atento descobre outras espécies.
As cegonhas que aqui se encontram vieram de diversos Centros de Recuperação e estão irrecuperáveis.


Aves marinhas e de estuário

Aqui pode observar alguns espécimes de ganso-patola, a maior ave marinha existente ao longo da costa portuguesa.
O ostraceiro é uma ave limícola inconfundível visto possuir um proeminente bico de cor laranja intenso.
A garça-real é a maior das garças que ocorrem no nosso território e também ser observada no parque Biológico em liberdade.
Mais à frente pode observar um casal de perna-longa. Estas elegantes aves de estuário fazem jus ao seu nome com as suas delgadas e longas pernas cor-de-rosa.


Corvídeos

Em duas instalações estão exemplares de gaio, pêga-rabuda e corvo. Como é característico da maioria dos corvídeos estes animais são excelentes imitadores, podendo até pronunciar algumas palavras.
Actualmente o corvo é escasso no nosso território, habitando sobretudo no interior o país. A gralha é semelhante ao corvo mas de porte menor.

 

     
Ganso-patola   Pernilongo   Gamo   Texugo  
               


Gamos, texugos e toirões

Os gamos são herbívoros habitantes de bosques e parques podendo encontrar-se actualmente um pouco por toda a Europa. São animais prolíficos que formam grupos numerosos. O que aqui pode observar foi constituído a partir de animais vindos da Tapada de Mafra.

Os texugos foram outrora comuns e facilmente observáveis na proximidade de terrenos agrícolas e pastagens. Actualmente a sua observação em estado selvagem pode ser difícil. São omnívoros de hábitos nocturnos da família dos mustelídeos e vivem socialmente em complexas galerias de tocas subterrâneas.

Os toirões (Mustela putorius) são também pequenos mustelídeos com hábitos essencialmente nocturnos que habitam por quase toda a Europa. Aqui encontram-se em exposição alguns exemplares domesticados, furões (Mustela putorius furo), com características muito semelhantes ao toirão.


 

Biorama
 
O Parque Biológico de Gaia abriu este grupo de exposições no Dia Mundial do Ambiente, em 5 de Junho de 2009.
Este novo complexo de exposições reconstitui vários biomas – ou grandes comunidades ecológicas do nosso planeta - tais como a savana, as dunas, a floresta tropical e o ambiente no período mesozóico.
Pretende-se com esta mais-valia do Parque que os seus visitantes, através da compreensão da história e da ecologia do planeta, percebam melhor a biodiversidade da Terra e as adaptações conseguidas perante ambientes específicos que permitem a existência de tantas espécies.

 

 

 

Milhafres

Embora parecidos, há duas espécies: o milhano (Milvus milvus) e o milhafre-preto (Milvus migrans).
O primeiro é pouco abundante em Portugal, podendo ser observado com mais frequência em planaltos da Beira interior. É residente e nidifica em árvores. Distingue-se do milhafre-preto e das outras aves de rapina diurnas pela cauda, grande e bifurcada.
O segundo vive perto de cursos de água e zonas húmidas e é particularmente abundante nas bacias hidrográficas dos rios Tejo e Mondego. É migrador e visita Portugal durante o Verão, nidificando também em árvores.

 

Quinta de Santo Tusso

Na Quinta de Santo Tusso estão em exposição animais domésticos, sendo de destacar as raças autóctones de galinha preta, galinha pedrês, o pombo mariola e o porco bísaro.

Na Quinta de Santo Tusso há campos de cultivo e hortas. No tempo certo, recebe a sementeira do milho.
O espigueiro e a eira são palco da desfolhada das espigas, uma actividade outonal aberta ao público.
A Quinta de Santo Tusso, ou do Casalinho, é uma das mais antigas propriedades agrícolas desta região, que o Parque Biológico continua a manter em exploração.
Dentro da Quinta existe uma pequenina capela onde se venera o santo Tusso. O Santo Tusso seria o bispo santo Urso (Saint Our), de Troyes, morto cerca do ano 426.
Our (em francês) e Urso (em português) são a mesma palavra, portanto, Santo Urso deu Santo Turso por corruptela (à semelhança de Santo Iaco por São Tiago).
Santo Tusso seria uma tentativa pseudo-eurdita de explicar uma palavra guardada oralmente na sua pureza pela memória popular, ou ainda a necessidade de conseguir um advogado contra as doenças da garganta, como a tosse, para quem São Brás já não chega.

 

Mostra Moinhos e Alfaias

O Moinho do Belmiro, na margem do rio Febros, foi um dos grandes produtores de moagem noutro tempo.
A moagem de cereais era uma actividade muito importante no rio Febros; hoje poucos moinhos restam em funcionamento, "vítimas" da concorrência das moagens industriais.
Este moinho-de-água foi recuperado em 1991 para mostrar como viviam os antigos moleiros e lavradores.

 

Raposas

As raposas são animais preferencialmente carnívoros que apesar de abundantes no nosso território podem ser dificilmente observadas devido aos seus hábitos mais nocturnos. Trata-se de um animal com elevada capacidade de adaptação podendo viver numa grande variedade de habitats, inclusivamente nos centros urbanos.

 

Cabras-bravas e Javalis

As cabras-bravas (Capra ibex) existentes no Parque Biológico são de uma espécie semelhante à do Gerês (Capra pyrenaica), mas provenientes de França.
Em Portugal, a cabra-brava existiu até 1892, quando o último exemplar existente em estado selvagem foi abatido na serra do Gerês. Estas voltaram agora a ser vistas nesta serra, em 2000, tendo-se restabelecido uma população no lado espanhol.
A domesticação das cabras ter-se-á iniciado no Irão, há mais de 9 mil anos, e o seu antecessor terá sido a Cabra-selvagem (Capra aegagrus).
Os Javalis são os antecessores do porco doméstico. A área de distribuição desta espécie encontra-se em expansão na Península Ibérica devido à alteração dos usos do solo bem como pela diminuição das populações dos seus predadores.

Por outro lado, a actividade cinegética pode estar a ter um efeito limitante neste crescimento populacional.

Nesta instalação pode observar três exemplares de javali: duas fêmeas e um macho, que pode distinguir-se facilmente devido ao maior porte
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  Raposa Cabra-brava Javali Corço      
               

 

Corços

O Corço é o mais pequeno membro da família dos cervídeos europeus. Trata-se de um herbívoro cuja conformação corporal está adaptada ao salto. Em Portugal estão descritas duas áreas populacionais: a norte do Douro (populações selvagens) e a sul do Douro (populações reintroduzidas com fins cinegéticos).
Os corços do Parque são de cativeiro, originários de França.
Mesmo assim, são animais tímidos, pelo que, não havendo silêncio, será difícil vê-los.

 

Quinta do Bogas

À volta da Quinta do Bogas estão os burros, cavalos e vacas. Destas últimas, destaca-se a raça autóctone de bovinos Marinhoa, cujo solar se situa no distrito de Aveiro.
Pode também ver burros e cavalos, ambos da família dos equídeos. O burro doméstico teve origem em espécies selvagens dos desertos de África.
Companheiro do homem há milhares de anos, tem capacidades de trabalho notáveis.
Hoje, é uma espécie em rápida diminuição devido à mecanização da agricultura.
Os cavalos domésticos tiveram a sua origem numa população primitiva. Actualmente, em Portugal existe um cavalo que conserva ainda características primitivas. Estamos a falar do cavalo Sorraia.

A mostra «Exóticas: pela mão do homem» está dentro da casa. Com esta exposição pretende-se alertar para as desvantagens e vantagens da introdução de espécies exóticas nos nossos ecossistemas.
É verdade: já ouviu falar do efeito Frankenstein? Então venha ver esta mostra!

 

Bisonte-europeu

O Bisonte-europeu originalmente viveu em toda a Europa tendo-se extinguido no estado selvagem em 1921 na floresta Bialowiesa, na Polónia.
Salvou a espécie o facto de nessa altura haver 56 bisontes em parques e jardins zoológicos, o que permitiu a sua reprodução e o repovoamento em alguns dos seus habitats europeus.
Ao contrário de Espanha, em Portugal, ainda não se encontraram provas que garantam a presença do bisonte-europeu no passado.
No parque existem quatro espécimes: “Macário”, “Russa”, “Davo” e “Figo”, tendo os dois últimos nascido cá.

 

Quinta do Chasco

A Quinta do Chasco, nome referido desde o século XV, e cujo último residente (1990) ainda era conhecido por esse nome, foi a propriedade mais rica e importante desta zona.
Nestas instalações pode encontrar mamíferos nocturnos irrecuperáveis como é o caso das ginetas e fuinhas, bem como diurnos de que é exemplo o saca-rabos. É possível também observar algumas aves de rapina nocturnas como as corujas, bufos e mochos, sendo que alguns destes, em estado selvagem, podem nidificar em ruínas.

 

Aves aquáticas

Aqui dominam algumas espécies de patos, mas também é possível ver também alguns galeirões.
Neste gaiolão, em amenos dias primaveris, é convidado a sentar e tranquilamente observar diferentes espécies como pato-branco, zarro-negrinha, pato-de-bico-vermelho, pato-trombeteiro, entre outros.
Grifos
O grifo (abutre) é uma ave gregária, de grande porte e necrófaga (alimenta-se de cadáveres). Em estado selvagem passa longas horas do dia voando em círculos procurando alimento.
Em Portugal, a população de grifos tem regredido em número, sobretudo desde a implementação de normas sanitárias que proíbem o abandono no campo de cadáveres de origem pecuária. No entanto, podem ainda ser observados formando colónias consideráveis em locais como o Parque Natural do Douro Internacional e Parque Natural do Tejo Internacional.
Na colecção do Parque existem, até à data, sete animais.

 

       
  Pato-branco   Grifo   Águia-cobreira   Caimão
               

 

Rapinas Diurnas

Entre as aves de rapina diurnas, existem no Parque Biológico exemplares de Águia-calçada, Águia-de-asa-redonda ou Búteo e ainda a Águia-cobreira.


Lago dos gansos

Aqui pode observar o ganso-selvagem e o ganso-do-canadá, bem como patos-reais selvagens que visitam frequentemente este lago.


Abibes e Galinha-sultana

Nesta instalação encontram-se a curiosa galinha-sultana, com a sua plumagem azul, bico e patas vermelhas e o abibe com a sua poupa característica.
Outrora quase extinta em Portugal, a galinha-sultana, nos dias de hoje, já pode ser observada com relativa facilidade no extremo sul do território.
O abibe é mais frequente a sul onde pode atingir populações numerosas durante os meses frios.

 

 

Quinta da Cunha

Na Quinta da Cunha decorre o atelier «Dos cereais se faz a broa».
Mas, não se iluda, para conhecer melhor o Parque é necessário que nos faça uma visita pessoal e intransferível!

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Águas e Parque Biológico de Gaia, EEM

4430-681 Avintes

Tel. 22 787 81 20 | geral@parquebiologico.pt