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Exposições

 

Durante a sua visita ao Parque Biológico tem oportunidade de visitar diversas exposições.

Algumas são permanentes, outras temporárias.

 

Exposição permanente "Encantos e desencantos"

Exposição sobre o Ano Internacional das Florestas

Exposição de fotografia "Mosaicos de Biodiversidade"
   

 

Moinhos e Alfaias, no Moinho do Belmiro "Exóticas: pela mão do homem", na Quinta do Bogas    
Jardim dos sentidos "Animais e plantas das ruínas", na Quinta do Chasco

Biorama

   
 
 
       
               
               
               
               

 

- Exposição permanente "Encantos e desencantos"

A Terra é um oásis, o único local conhecido do universo onde o ser humano pode prosperar.

Mas a teia da vida apenas existe na fina camada de ar, água e solo da superfície do planeta. Esta mostra propõe-lhe uma extraordinária viagem pela história da vida na Terra: em apenas alguns minutos percorre 4700 milhões de anos. Ao percorrê-la aprenda com os desencantos. Inspire-se nos encantos, de forma a multiplicá-los...

 

- Exposição sobre o Ano Internacional das Florestas

A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2011 Ano Internacional das Florestas. Para o efeito, convidou os governos, as organizações não governamentais, o sector privado e outros agentes a empreenderem esforços concertados no sentido da criação de uma maior consciência em torno da conservação e exploração sustentável das florestas do Mundo, em benefício das gerações presentes e futuras.
O grafismo salienta o tema da mostra e as informações sintetizadas são um dos pontos que os visitantes levam consigo depois de percorrerem este espaço lúdico-pedagógico. Pode descarregar aqui o desdobrável!

 

- Exposição de fotografia da natureza "Mosaicos de Biodiversidade"  

Dia 5 de abril abriu no salão de fotografia da natureza do Parque Biológico de Gaia esta nova mostra da autoria de Albano Soares. Pode descarregar aqui o desdobrável!

 

 

- Biorama

O Parque Biológico de Gaia abriu este grupo de exposições no Dia Mundial do Ambiente, há um par de anos.
Este complexo de exposições reconstitui vários biomas - ou grandes comunidades ecológicas do nosso planeta -, tais como a savana, a floresta tropical e o ambiente mesozóico.
Pretende-se com esta mais-valia do Parque que os seus visitantes, através da compreensão da história e da ecologia do planeta, percebam melhor a biodiversidade da Terra e as adaptações conseguidas perante ambientes específicos que permitem a existência de tantas espécies. Veja aqui o desdobrável do Biorama...

 

- Jardim dos sentidos

O Jardim dos Sentidos, construído no pino da estação fria com o esforço de numerosos trabalhadores, está a desabrochar.
Localizado no percurso de descoberta da natureza do Parque Biológico de Gaia, na
Quinta do Chasco, é incontornável, dado os diversos materiais que se impõem ao visitante que ali passa.
A ideia, contudo, remete-se ao despertar dos cinco sentidos: o olfacto, o tacto, a visão,
a audição e o paladar. Alguns dos recursos a utilizar são algumas das plantas aromáticas que abundam na Península Ibérica e, por exemplo, frutos silvestres. 

 

 

- Mostra Moinhos e Alfaias (Moinho do Belmiro)

O Moinho do Belmiro, na margem do rio Febros, foi um dos grandes produtores de moagem noutro tempo. A moagem de cereais era uma actividade muito importante no rio Febros; hoje poucos moinhos restam em funcionamento, "vítimas" da concorrência das moagens industriais. Este moinho-de-água foi recuperado em 1991 para mostrar como viviam os antigos moleiros e lavradores.

 

 

- Quinta do Bogas, mostra "Exóticas: pela mão do homem"

A mostra «Exóticas: pela mão do homem» está dentro da casa. Com esta exposição alerta-se para as desvantagens e vantagens da introdução de espécies exóticas nos nossos ecossistemas. É verdade: já ouviu falar do efeito Frankenstein? Então venha ver esta mostra. À volta da Quinta do Bogas estão os Burros, Póneis e Vacas.

 

 

- Quinta do Chasco

A Quinta do Chasco, hoje, acolhe a mostra «Animais e plantas das ruínas».
Ginetas e Fuinhas, Saca-rabos e Peneireiros, Corujas e Mochos irrecuperáveis para a natureza dão a perceber às pessoas como estes animais furtivos se adaptam às alterações de ambiente na sua luta pela sobrevivência.
A Quinta do Chasco, nome referido desde o século XV, e cujo último residente (1990) ainda era conhecido por esse nome, foi a propriedade mais rica e importante desta zona.

O Chasco (Oenanthe sp.), por vezes também confundido com o Cartaxo (Saxicola sp.) é uma pequena ave insectívora, porventura comum neste lugar, e que serviu de alcunha ao proprietário da quinta.A Palmeira (Phoenix canariensis) existente junto à casa era um sinal de riqueza conquistada no Brasil, sinal dos chamados «brasileiros de torna-viagem», portugueses que nos séculos XVIII e XIX emigraram para o Brasil, ali fizeram fortuna e regressaram a Portugal onde construíram enormes casas (as «casas dos Brasileiros») espalhadas pelo Minho e pela região de Aveiro. Sempre traziam uma palmeira, que plantavam no jardim.Esta importante casa agrícola tem um grande canastro e, em contrapartida, um pequeno moinho (recuperado pelo Parque Biológico) para acorrer somente às necessidades da gente e do gado da casa.O moinho tinha a particularidade de ser alimentado pela levada de uma mina de água ou por engenho-de-buchas, ali existentes. Quando havia falta de água na mina, este engenho puxava água para o moinho através de um canal subterrâneo com ligação ao rio Febros.

 

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Águas e Parque Biológico de Gaia, EEM

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Tel. 22 787 81 20 | geral@parquebiologico.pt