Fauna
O Parque recebe a visita, segundo a estação do ano, de várias espécies de aves migradoras.
A estas juntam-se outras que nele se abrigam e reproduzem durante o ano inteiro.
Estes movimentos migratórios ocorrem em duas épocas do ano: entre o Inverno e a Primavera e entre o fim do Verão e o Outono.

Se os Papa-moscas começam a regressar ao Sul no fim de Agosto, as Garças-reais regressam ao Parque por volta de Novembro.
A anilhagem científica de aves selvagens que decorre no Parque em regime de Estação de Esforço Constante está a possibilitar conhecer de forma mais concisa o contexto de vida destes animais. Este trabalho, em regra, desde que não chova, decorre nos primeiros e terceiros sábados de manhã de cada mês e os visitantes, durante o percurso, podem assistir a parte deste serviço na Casa do Chasco.
Os mamíferos selvagens em liberdade estão representados pela raposa ou pela doninha, já que as ginetas têm o hábito de estar mais activas de noite.
Os anfíbios do Parque contam alguns endemismos da Peninsula Ibérica, como a salamandra-lusitânica, a rã-ibérica, o tritão-de-ventre-laranja, entre outros.
Entre os répteis o destaque vai para o lagarto-de-água, também endémico.
O rio Febros, que atravessa os 35 hectares do Parque Biológico, conta também com duas espécies endémicas de peixe: o ruivaco e a boga-do-norte.
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Salamandra-lusitânica, larva
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Rã-ibérica |
Ruivaco |
Lagarto-de-água, macho |
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