Exposições
Durante a sua visita ao Parque Biológico tem oportunidade de visitar diversas exposições.
Algumas são permanentes, outras temporárias.
- Exposição permanente "Encantos e desencantos"
A Terra é um oásis, o único local conhecido do universo onde o ser humano pode prosperar.
Mas a teia da vida apenas existe na fina camada de ar, água e solo da superfície do planeta. Esta mostra propõe-lhe uma extraordinária viagem pela história da vida na Terra: em apenas alguns minutos percorre 4700 milhões de anos. Ao percorrê-la aprenda com os desencantos. Inspire-se nos encantos, de forma a multiplicá-los...
- Exposição temporária sobre Charles Darwin
Exposição comemorativa dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin e do 150.º aniversário da publicação do livro “A Origem das Espécies”.
Esta exposição inclui vários painéis, havendo um que revela uma carta de Darwin a William Tait. O grafismo salienta o tema da mostra e a réplica em tamanho real do cientista é um dos pontos que os visitantes levam consigo depois de percorrerem este espaço lúdico-pedagógico.
Em síntese, ficam estas palavras: «Há 150 anos Charles Robert Darwin demonstrou que a vida evoluiu, desde as formas mais simples até às actuais, através de um processo de selecção natural, em que os seres vivos conseguiram, progressivamente, criar novas adaptações ao ambiente, e fixaram e transmitiram essas adaptações às gerações seguintes. Neste processo de selecção, sobreviveram os indivíduos e as espécies mais adaptadas, novas espécies foram surgindo e outras extinguiram-se para sempre, na longa história de milhões de anos que já conta a vida no nosso planeta.Mas a evolução não parou e, hoje, as espécies prosseguem a sua saga de melhor adaptação ao meio, porém com uma diferença em relação ao passado: é que uma delas – o Homo sapiens – é capaz de provocar transformações no ambiente a um ritmo de tal ordem frenético que muitas outras espécies não têm tempo de se adaptarem e, por isso, se extinguem. Terá o Homem esse tempo?».
- Exposição colectiva de fotografia da natureza "Mamíferos selvagens de Portugal"
Dia 3 de Julho, sábado, às 15h00, abriu no Parque Biológico de Gaia uma exposição colectiva de fotografia da natureza sobre mamíferos selvagens. Tímidos por natureza, alguns dos mamíferos selvagens observados no Parque Biológico de Gaia só existem na Península Ibérica. Exemplo disso é o rato-cego, Microtus lusitanicus. Os mamíferos constituem uma das classes dos animais vertebrados e normalmente têm o corpo coberto de pêlo. Na sua maioria enquadrados em habitats de solo firme, os mamíferos conquistaram também o céu — morcegos — e o mar— golfinhos, focas. Apesar de uma boa parte destas espécies não estarem longe de si no dia-a-dia, ainda assim permanecem ilustres desconhecidos... Muitos deles vai poder ver de perto, através do olhar de diversos fotógrafos da natureza, dando cumprimento ao apelo lançado pelas Nações Unidas no Ano Internacional da Biodiversidade: «A biodiversidade é a vida. A biodiversidade é a nossa vida». Vários autores trazem luz a esta parte da biodiversidade. Patente até 30 de Outubro no horário de abertura do Parque.
Veja aqui a versão Acrobat reader do catálogo: frente e verso...
- Biorama
O Parque Biológico de Gaia abriu este grupo de exposições no Dia Mundial do Ambiente, em 5 de Junho. Este novo complexo de exposições reconstitui vários biomas - ou grandes comunidades ecológicas do nosso planeta -, tais como a savana, a floresta tropical e o ambiente mesozóico. Pretende-se com esta mais-valia do Parque que os seus visitantes, através da compreensão da história e da ecologia do planeta, percebam melhor a biodiversidade da Terra e as adaptações conseguidas perante ambientes específicos que permitem a existência de tantas espécies. Veja aqui o desdobrável do Biorama...
- Jardim dos sentidos
O Jardim dos Sentidos, construído no pino da estação fria com o esforço de numerosos trabalhadores, está a desabrochar. Localizado no percurso de descoberta da natureza do Parque Biológico de Gaia, na Quinta do Chasco, é incontornável, dado os diversos materiais que se impõem ao visitante que ali passa. A ideia, contudo, remete-se ao despertar dos cinco sentidos: o olfacto, o tacto, a visão, a audição e o paladar. Alguns dos recursos a utilizar são algumas das plantas aromáticas que abundam na Península Ibérica e, por exemplo, frutos silvestres.
- Ano Internacional das Fibras Naturais (Quinta de Santo Tusso)
Com vista a comemorar o Ano Internacional das Fibras Naturais, em 2009, há ainda no Parque Biológico uma exposição alusiva ao tema.
Para o efeito, contou com a colaboração da Associação de Estudo e Defesa do Património Histórico-Cultural de Castelo de Paiva.
Com este enquadramento, foi editado também o livro “Manual do cultivo e confecção do linho”, de Domingos Quintas Moreira.
- Mostra Moinhos e Alfaias (Moinho do Belmiro)
O Moinho do Belmiro, na margem do rio Febros, foi um dos grandes produtores de moagem noutro tempo. A moagem de cereais era uma actividade muito importante no rio Febros; hoje poucos moinhos restam em funcionamento, "vítimas" da concorrência das moagens industriais. Este moinho-de-água foi recuperado em 1991 para mostrar como viviam os antigos moleiros e lavradores.
- Quinta do Bogas, mostra "Exóticas: pela mão do homem"
A mostra «Exóticas: pela mão do homem» está dentro da casa. Com esta exposição alerta-se para as desvantagens e vantagens da introdução de espécies exóticas nos nossos ecossistemas. É verdade: já ouviu falar do efeito Frankenstein? Então venha ver esta mostra. À volta da Quinta do Bogas estão os Burros, Póneis e Vacas.
- Quinta do Chasco
A Quinta do Chasco, hoje, acolhe a mostra «Animais e plantas das ruínas». Ginetas e Fuinhas, Saca-rabos e Peneireiros, Corujas e Mochos irrecuperáveis para a natureza dão a perceber às pessoas como estes animais furtivos se adaptam às alterações de ambiente na sua luta pela sobrevivência. A Quinta do Chasco, nome referido desde o século XV, e cujo último residente (1990) ainda era conhecido por esse nome, foi a propriedade mais rica e importante desta zona.
O Chasco (Oenanthe sp.), por vezes também confundido com o Cartaxo (Saxicola sp.) é uma pequena ave insectívora, porventura comum neste lugar, e que serviu de alcunha ao proprietário da quinta.A Palmeira (Phoenix canariensis) existente junto à casa era um sinal de riqueza conquistada no Brasil, sinal dos chamados «brasileiros de torna-viagem», portugueses que nos séculos XVIII e XIX emigraram para o Brasil, ali fizeram fortuna e regressaram a Portugal onde construíram enormes casas (as «casas dos Brasileiros») espalhadas pelo Minho e pela região de Aveiro. Sempre traziam uma palmeira, que plantavam no jardim.Esta importante casa agrícola tem um grande canastro e, em contrapartida, um pequeno moinho (recuperado pelo Parque Biológico) para acorrer somente às necessidades da gente e do gado da casa.O moinho tinha a particularidade de ser alimentado pela levada de uma mina de água ou por engenho-de-buchas, ali existentes. Quando havia falta de água na mina, este engenho puxava água para o moinho através de um canal subterrâneo com ligação ao rio Febros.
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