Espécie gregária encontrada em quase todo o território nacional, com preferência por paisagens em mosaico de culturas agrícolas e matos, com pontos de água permanentes. Evita zonas urbanizadas.
A sua dieta é composta essencialmente por sementes, folhas/rebentos de plantas (silvestres e de cultivo), bem como insetos (alimento-base dos perdigotos), moluscos e outros invertebrados.
É uma espécie monogâmica, que inicia a postura geralmente no final de abril ou princípio de maio até junho. A escolha do local para o ninho é normalmente da responsabilidade do perdigão (o macho), a quem cabe também a sua defesa. O ninho é uma pequena depressão no meio de vegetação rasteira. O número médio da postura ronda os 14 ovos que são incubados geralmente pela fêmea durante 23-26 dias. Sendo uma espécie nidífuga, os perdigotos abandonam o ninho à nascença, mas permanecem junto da mãe.
A perdiz-vermelha é uma importante espécie cinegética da nossa fauna.
Sofreu um acentuado declínio na Península Ibérica, devido quer à perda de habitat por intensificação agrícola ou florestação, quer pela caça excessiva.
Tem-se verificado, no entanto, uma recuperação das populações.
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