Ouriço cacheiro

Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)

  • Onde me podes ver: Steps4Life
  • Observável em: Estado selvagem
  • Maior probabilidade de observação: Março | Abril | Maio | Junho | Julho | Agosto | Setembro
  • Habitat:

    O ouriço-cacheiro habita uma vasta gama de habitats nas regiões de influência atlântica, como florestas de folha caduca, bosques, arbustos e sebes, pastagens húmidas, prados, parques urbanos e jardins.

    Esta espécie parece estar presente em vários tipos de habitats e em diferentes condições ambientais, encontrando-se amplamente distribuída em Portugal continental.  

  • Alimentação:

    Para além de se alimentarem de insetos, também se alimentam de aranhas, fruta, minhocas, caracóis, pequenos ratos, rãs e ovos de aves, sendo importantes no controlo de pragas. 

     

  • Reprodução:

    Nos meses de abril a agosto.
    O macho acasala e deixa a fêmea. Esta será a responsável pelas crias doravante.
    O período de gestação dura uma dúzia de semanas, após o qual nascem entre 4 a 6 crias.
    Estas nascem de olhos fechados e sem pêlo. Porém, passado algumas horas surgem os primeiros espinhos.
    As crias deixam o ninho passados 22 dias. A maturidade sexual dá-se um ano depois.

  • Estado de Conservação: Pouco preocupante
  • Curiosidades:

    São animais noturnos e solitários, não territoriais.
    Esta espécie é o maior dos insetívoros da fauna portuguesa e o único mamífero com o corpo protegido por espinhos (cerca de 6000).
    Vivem geralmente dois a três anos, no entanto podem atingir os 10 anos de longevidade.
    Estão protegidos pela Convenção de Berna, devido a atropelamento e à perda de qualidade dos habitats.
    A maior razão de mortalidade nos juvenis é a escassez de alimento antes da hibernação.
    Bons trepadores, deslocam-se com facilidade tanto na água como em terra. Durante a noite, podem percorrer distâncias entre 1-3 km.
    A hibernação ocorre no inverno e é descontínua, retomando alguma atividade quando a temperatura sobe.
    São predados por cães, gatos, raposas, serpentes, texugos e rapinas.
    A espécie foi recentemente introduzida em algumas ilhas dos Açores e também está presente em quase toda a Europa Central e Ocidental, incluindo a Rússia europeia.

     

 

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